Sustentabilidade na Construção Civil

sustentabilidade na construção civil

Sustentabilidade na construção civil: O setor de construção civil é um dos campeões em geração de resíduo. O impacto preocupa quem é da área e, igualmente, pessoas que não trabalham diretamente no negócio, já que o uso de matérias primas como a madeira, minérios, água e outros recursos básicos são prerrogativas do processo construtivo. Sustentabilidade é garantir o equilíbrio entre a proteção do meio ambiente e o crescimento, as necessidades do momento presente e as necessidades de gerações futuras.

Sustentável

Sustentabilidade é promover um consumo consciente de recursos e a menor produção de lixo possível. Apesar de soar como um grande desafio, as inovações na construção civil permitem que muito seja feito. Alguns direcionamentos básicos já modificam severamente a estrutura das edificações, sem, é claro, comprometer a qualidade. Por exemplo:

 

Pensar no uso da água:

Desde o início do projeto a reutilização da água pode ser programada, investindo em um escoamento e armazenamento que possibilitem que a água da chuva retro alimente a casa. Diminuir o escoamento dessa água nas vias públicas também reduz o risco de enchentes.

 

Programar a gestão dos resíduos:

O lixo precisa ser administrado em todas as etapas construtivas e a obra também pode promover uma destinação consciente. Reduzir o que iria para os canteiros de obra é o primeiro passo, depois, pensar as áreas que possam abrigar a reciclagem de lixo orgânico ou pontos de coleta e processamento de embalagens, que acabam por dar uma vocação sustentável à forma de morar.

 

Materiais sustentáveis – com baixo impacto ambiental:

Utilizar recursos que exige pouca manutenção e são feitos com material reciclado também eleva (e muito) a sustentabilidade da construção. As possibilidades, utilizações, preços, procedência e qualidade são variadas. Vale a pena pesquisar durante a fase de construção do orçamento.

 

Investir em iluminação natural, ventilação e isolamento térmico: 

Além de economizar energia, projetos em que a luz do sol promove uma climatização adequada são mais sustentáveis. Junto ao projeto de iluminação, é importante pensar a ventilação, que evita acúmulo de umidade. Todos esses pontos precisam estar projetados harmonicamente, assim como o isolamento que evita que o calor se dissipe facilmente no inverno ou que a casa esquente demais no verão. Importante pensar no equilíbrio da temperatura como um conjunto, adotando medidas construtivas coerentes com essas ideias.

 

Paredes e telhados verdes:

Essa é uma solução já adotada em grandes centros com uma certa escala, justamente porque a cobertura vegetal com plantas ou grama simplifica o projeto de drenagem, ajuda a fornecer isolamento térmico (citado acima) e acústico, assim como contribui para que entorno seja inspirado por esse tipo de construção.

 

Fontes de energia renovável:

Produzir a própria energia é não só viável, como necessário. Há diversas técnicas, materiais e tecnologias disponíveis. Os preços variam na mesma proporção. Mais uma vez, o investimento deve ser pensado desde o orçamento e tende a ser rentável em médio e longo prazos.

 

Quanto mais a sustentabilidade se torna um conceito que ultrapassa os limites da obra, mais ele cumpre o que se propõe: suprir necessidades imediatas e futuras de uma maneira menos predatória para o meio ambiente, as esferas econômicas e sociais da vida humana.   

leia também nosso artigo sobre como as especializações podem alavancar a carreira na construção civil clicando AQUI

Murilo Barbosa

Murilo Barbosa

Atuou no Pentágono (USA), Metro SP Linha Amarela, Hidrelétrica RJ/MG (UHE Simplício), P. Central Hidrelétrica (Sítio Grande/BA) e em outras obras de infraestrutura no Brasil; Mais de 50 clientes recorrentes; Atuação plena em mais de 12 Projetos de empreendimentos imobiliários | • Engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); • MBA em Gestão de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV); • Especialista em Estudos de Viabilidade Econômico Financeira pela Universidade de São Paulo (USP); • Sócio da BID Gerenciamento e Planejamento, criada em 2014 como Consultor de Planejamento e Controle de Obras.

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